segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Auto da Barca do Inferno: uma crítica ao espetáculo






A representação do Auto da Barca do Inferno no Mosteiro dos Jerónimos mostra-nos de uma forma lúdica e subtil a moralidade deste texto escrito por Gil Vicente para criticar a sociedade do seu tempo.
Apesar de esta ser a representação de um texto quinhentista, combina com muita originalidade a parte clássica do mesmo com um carácter inovador que nos traz aos dias de hoje, estimulando a relação entre a sociedade medieval e a atual e permitindo constatar as parecenças.
Este espetáculo consegue prender a atenção dos espectadores e tem a virtude de os levar a interagir com os atores, o que faz com que o público se sinta parte do mesmo.
O talento e o trabalho de ótimos profissionais contribuíram de forma decisiva para esta representação elucidativa e inesquecível dessa obra vicentina.


Raquel Alfredo, n.º 22 , 9º B

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