segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Auto da Barca do Inferno, teatro genuíno




No Mosteiro dos Jerónimos é possível assistir a uma das encenações do Auto da Barca do Inferno mais genuínas de sempre. Sem tecnologias, aqueles atores conseguiram refletir o que Gil Vicente tencionava em cada cena.
Em 1517, esse grande dramaturgo português representou a obra na corte de D. Manuel I. Anjo e Diabo são os juízes, os que comunicam a sentença às almas no Juízo Final. O Fidalgo, o Onzeneiro, o Sapateiro, o Frade, a Alcoviteira, o Corregedor e o Procurador, o Judeu, o Enforcado, o Parvo e os Quatro Cavaleiros são os sentenciados.
A forma como cada personagem interage com o público, ao longo do espetáculo, é magnífica.
Recomenda-se vivamente esta representação, que, além do carácter lúdico, tem uma finalidade moralizante, dando corpo ao ditado latino «Ridendo castigat mores», ou seja, «A rir, se corrigem os costumes».

Joana Rico, nº 20, 9º C

O sucesso intemporal do Auto da Barca do Inferno



            A representação do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, no Mosteiro dos Jerónimos é um exemplo marcante do grande sucesso desta obra ao longo dos tempos.
            Esta representação é uma proeza para o teatro português. A maneira como os atores representam a peça é fabulosa. As vozes, os trajes e a aplicação de escadotes para simbolizar as barcas são aspetos importantes que contribuem de forma determinante para este sucesso.
            A sensação de surpresa na entrada das personagens origina muito entusiasmo por parte do público.
            O trunfo decisivo é a grande interação com o público, que dá extremo dinamismo à peça e faz com que os espetadores se sintam presentes, como se fossem figurantes.
Inês Felicidade, n.º 17, 9º C

Auto da Barca do Inferno no Mosteiro dos Jerónimos




A representação do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, no Mosteiro dos Jerónimos, evidencia a moralidade que o autor pretendia transmitir à sua sociedade, que critica duramente.
O espetáculo permite relacionar o passado com o presente. Apesar de serem tempos distintos, é possível reconhecer algumas semelhanças.
A diversão que os espectadores sentem ao ver o espetáculo é tal que ficam atentos do princípio ao fim.
Pontos fortes desta representação são o contacto dos atores com o público e o seu talento, que lhes permite representar com perfeição as suas personagens.

Daniela Leandro, nº. 9, 9ºB

Experiência fantástica nos Jerónimos



No Mosteiro dos Jerónimos houve uma imaculada representação do Auto da Barca do Inferno, texto dramático de Gil Vicente, uma das obras mais emblemáticas da literatura portuguesa.
Desde o fantástico desempenho do elenco, à simplicidade dos símbolos cénicos, passando também pelo cenário desta peça, a grandiosa obra arquitetónica do séc. XVI, o claustro do Mosteiro dos Jerónimos.
A interação com o público confere ao espetáculo uma dinâmica diferente da de todas as outras representações convencionais.
Um cenário muito simples e um pequeno grupo de atores permitiram a um conjunto de irrequietos adolescentes desfrutar uma fantástica experiência.


Catarina Ferreira, nº 4, 9ºE

Gil Vicente no Mosteiro dos Jerónimos



O Auto da Barca do Inferno foi brilhantemente representado no dia 30 de Novembro de 2012, no claustro do Mosteiro dos Jerónimos. Representada pela primeira vez em 1517, esta obra de Gil Vicente, concebida sem qualquer divisão externa, tinha como função moralizar os espetadores do seu tempo.
No Mosteiro, essa obra vicentina foi representada num cenário intrigante. A utilização de escadotes foi uma ideia claramente inovadora, embora tivesse tornado a representação muito mais complexa. Outro facto intrigante foi a entrada dos atores, cada um deles entrou de forma exuberante, o que combinado com uma grande interação com o público cativou a atenção dos espetadores, não permitindo que estes tivessem perdido o rumo da peça.
Ridendo castigat mores”, ou seja, “ A rir, a rir se dizem as verdades”, este foi o lema de Gil Vicente ao escrever de forma rigorosa e espetacular a peça que deu origem a esta brilhante representação.
                                                                                                   
Carlos Oliveira, nº 23, 9ºE

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Ouriço cacheiro


No dia 9 de janeiro, apareceu no jardim da nossa escola um novo membro: um ouriço cacheiro. O amigável animal, apenas com 261 gr, foi encontrado pela funcionária D. Margarida que o levou a fazer uma visita à Biblioteca da Escola.
Desafio….
O que sabes sobre o ouriço cacheiro? O que come? Onde vive? Quais são as suas caraterísticas físicas?
Faz-nos chegar as tuas descobertas! Podes entregar o teu texto na Biblioteca.


Bulling

Aqui estão  as fotos dos cartazes da exposição sobre o  Bullying das alunas Leonor Carrilho e Alice Neves, na sequência da sessão de sensibilização dinamizada pela Escola Segura da PSP de Caneças junto da turma D do sétimo ano. Estiveram envolvidas as disciplinas de Tutoria e Cidadania: a escola e o meio.